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Um milhão de visitas a crianças hospitalizadas

20 de março de 2014
Tempo de leitura: 2 minutos

Doutores da Alegria

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Com os resultados de 2013, a ONG Doutores da Alegria alcançou a marca de um milhão de visitas a crianças hospitalizadas desde a sua fundação.

O Programa de Palhaços Besteirologistas acontece há 22 anos e é o trabalho pioneiro que inspirou todos os outros projetos da organização, desde a pesquisa, a formação e a produção de conteúdo até o desenvolvimento do Plateias Hospitalares e do Palhaços em Rede.

Os doutores são cerca de 40 artistas profissionais, formados na linguagem do palhaço, que se revezam na atuação diária nos hospitais. As visitas exigem do artista disponibilidade mínima de dezoito horas semanais e desenvolvimento do repertório artístico que precisa ser mantido o ano todo. A maneira como optamos por nos estabelecer, valorizando o trabalho profissional, foi para gerar conhecimento e legado para futuras gerações.

Cada dupla de palhaços atua duas vezes por semana, seis horas por dia, fazendo as visitas leito a leito. O trabalho em parceria é fundamental tanto entre a dupla de palhaços quanto entre a dupla e a criança. A visita é sempre um grande jogo: o palhaço faz de conta que é médico e a criança dá forma ao espetáculo. A intenção não é distrair a criança da realidade na qual ela está inserida, e sim fazer daquele encontro um momento de diversão e cumplicidade. Os familiares e os profissionais de saúde também entram no jogo.

O trabalho dos Doutores da Alegria beneficia a saúde pública no país. Quando o primeiro palhaço entrou no hospital, ninguém imaginava a inovação que esta atividade, centrada no poder transformador da arte aliada à alegria, traria para a saúde. Desde então, o Programa Nacional de Humanização trouxe novas diretrizes para os hospitais e reconheceu os benefícios da intervenção do palhaço para o tratamento médico.

Além dos artistas, a ONG conta também com cerca de 20 profissionais, incluindo Wellington Nogueira, o fundador. Ele conta: “Com as crianças, aprendi a simplicidade e a força em momentos críticos. Era isso que lhes conferem tamanha dignidade e maturidade diante de situações em que muitos adultos se desequilibram. As crianças me ensinaram que, não importa quão grave seja o problema, brincar deve ser sempre a primeira opção. Com os palhaços, aprendi a olhar, escutar e me disponibilizar para alegria do outro. Aprendi sobre infinitas possibilidades e nosso poder de acessá-las. Aprendi a me tornar um ser humano verdadeiro e errar sem medo.”

Apesar de o trabalho não ser voluntário, ele é gratuito para os hospitais. O projeto é mantido por recursos financeiros obtidos através de patrocínio, doações e de realização de atividades que geram recursos, como palestras e parcerias com empresas. Veja aqui como colaborar com a ONG.

Como há diversas pessoas e grupos que atuam voluntariamente pelo país, criamos em 2007 o programa Palhaços em Rede, que estabelece uma rede de cooperação entre indivíduos e grupos que atuam nos hospitais como palhaços, tendo como foco a qualidade do que é levado para a criança ou adulto hospitalizado.

O Balanço com o resultado de todas as atividades da organização em 2013 será divulgado em breve. Aguardem!



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