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Doutores da Alegria lamenta extinção do Ministério da Cultura

17 de maio de 2016
Tempo de leitura: 1 minutos

Doutores da Alegria

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_MG_4842A Associação Doutores da Alegria reconhece a gravidade em que os sistemas político e econômico brasileiros se encontram atualmente e entende que é necessário articular medidas de restrição orçamentária.

Porém, a extinção do Ministério da Cultura é extremamente grave e preocupante, pois denota falta de visão e insensibilidade com o que há de mais soberano em um país: a sua cultura.

O MinC foi criado em 1985 como símbolo da redemocratização, em um movimento internacional de reconhecimento da cultura como direito humano fundamental. A sua extinção é um retrocesso com danos irreparáveis para o Brasil, pois enfraquece políticas públicas culturais que contribuem com avanços sociais relevantes.

Em quase 25 anos de atuação nas áreas de Cultura, Saúde e Assistência Social, Doutores da Alegria pôde comprovar o poder transformador da cultura em ambientes adversos, como hospitais, através de sua ação com artistas/palhaços profissionais. 

Os hospitais, a sociedade e o próprio governo também abraçaram a causa e permitiram que a intervenção artística pudesse alcançar a marca de 1,2 milhões de visitas a crianças hospitalizadas em situação de vulnerabilidade e risco social e trazer um impacto sócio cultural relevante ao país: para mais de 90% dos pacientes, profissionais de saúde e pais/acompanhantes, a intervenção artística contribuiu para melhorar as relações humanas e o próprio tratamento. Esse é apenas um dos grandes indicadores do avanço social que a cultura proporciona. 

Sendo assim, Doutores da Alegria pede que o Presidente interino e sua equipe revejam sua posição, retomando o Ministério da Cultura, e que possam encontrar um equilíbrio em que a cultura seja valorizada e vista como um direito garantido pela Constituição Federal. 

Para que tenhamos uma sociedade orientada para a superação das desigualdades sociais e valorização da diversidade cultural, a arte deve ser entendida como necessidade básica, como mínimo social, para que possamos buscar outras referências para um Brasil mais justo e igualitário para todos os brasileiros.



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